Carreira

Gig economy: entenda o que é e como fazer parte dessa tendência

Gig Economy é um conceito conhecido como freelance economy ou economia sob demanda. Ele define os relacionamentos de trabalhos entre profissionais temporários, sem vínculo empregatício (autônomos ou freelancers) e empresas que contratam os serviços dessas pessoas de forma pontual.

Neste texto, vamos mostrar por que esse modelo de trabalho se tornou uma tendência e está atraindo cada vez mais profissionais, principalmente no ambiente online. Em seguida, destacaremos 4 passos para você fazer parte da gig economy, como iniciar a atuação como freelancer, pesquisar por empresas que adotam esse modelo e regularizar a atuação profissional. Acompanhe!

O crescimento da gig economy

A economia sob demanda está seguindo os passos da economia compartilhada e isso significa inúmeras oportunidades para profissionais de diversas áreas.

Sites como o da Rock Content se tornaram espaços em que redatores, revisores e diagramadores podem encontrar trabalhos pontuais em setores como educação, engenharia, economia e muitos outros.

Em outro exemplo, o Xtras, de Londres, permite que porteiros, promotores, hosts e bartenders visualizem e escolham as oportunidades de trabalho em empresas que fazem parte do aplicativo. O Xtras, portanto, funciona para trabalhadores e empregadores, permitindo que ambos encontrem, respectivamente, empregos garantidos e funcionários qualificados.

Podemos falar também do Managed by Q, uma empresa de Manhattan que trabalha com limpeza e manutenção de escritórios. Os funcionários são trabalhadores reais da marca, e não pessoas contratadas de forma independente, e pegam trabalhos pontuais, ganhando até 40 dólares por hora e ainda recebendo benefícios como seguro odontológico e médico.

Nessas empresas, a transparência costuma ser uma marca registrada e, assim, há a promoção da harmonia entre profissionais, organizações e clientes. Nesses trabalhos da gig economy, o profissional estabelece uma relação mais próxima com a empresa, fazendo com que um senso de comunidade prevaleça.

Por essas e outras, esse modelo de trabalho se tornou uma tendência e está atraindo cada vez mais profissionais, principalmente no ambiente online. A seguir, mostramos 4 passos para você fazer parte da gig economy. Confira!

1. Seja um freelancer

Um traço comum gig economy é o fato de ela ser composta por diversos trabalhos independentes, nos moldes freelancer. Para se tornar um profissional desse mercado, não existe segredo, embora seja necessário ter dedicação e comprometimento. Em primeiro lugar, é importante ter em mente qual tipo de carreira freela você quer seguir.

Pode ser que você atue com algo que jamais imaginou, como é o caso de muitos motoristas de Uber, que nunca pensaram em transportar pessoas de um lugar para outro. Tudo depende das suas características e talentos e como eles foram sendo moldados no decorrer dos anos.

Uma ótima ideia é participar de cursos, palestras e workshops — alguns online e gratuitos, como os promovidos pela Rock —, que podem lhe proporcionar ótimas ideias do caminho que mais combina com o seu perfil. Trata-se da forma mais simples e rápida de integrar a gig economy.

2. Busque por marcas que pratiquem o conceito

Você sabia que existem profissionais que integram a gig economy e trabalham apenas para uma única marca, mas com a liberdade de um autônomo? É que conceitos como o nomadismo digital e o home office são cada vez mais incorporados no dia a dia de milhares de pessoas.

Então, caso você seja um profissional mais conservador, pode começar por aí. Comece pequeno, negociando com seu chefe para trabalhar um dia de da semana de casa. Se der certo e for bom para as partes, vá evoluindo.

Cada vez mais empresas estão oferecendo oportunidades de trabalho de forma remota. Isso quer dizer que você pode trabalhar de casa, em cafés, coworkings ou viajar para aqueles lugares que sempre sonhou em conhecer.

Encontrar uma organização que compartilha do conceito da gig economy pode ser o que faltava para você integrar essa filosofia no seu dia a dia.

3. Regularize sua atuação profissional

Para ter sucesso na gig economy, você deverá ter atenção a alguns pontos. Um deles é em relação à regularização do seu trabalho. Você pode, por exemplo, ser um freelancer que emite notas fiscais e possui CNPJ sendo um MEI.

O microempreendedor individual conta com várias vantagens em relação àquele profissional que não conta com uma pessoa jurídica. Para entender mais sobre o assunto, é só clicar aqui. Mas, de antemão, vale dizer que um profissional formalizado conta com vantagens como a possibilidades de atender empresas maiores.

Se você realmente está certo de fazer parte da gig economy, é algo a se pensar com cuidado.

4. Aperfeiçoe suas habilidades

Para ter uma carreira de sucesso como um profissional freelancer, é indispensável que você se atualize de forma contínua. Com certeza, você já percebeu que o mercado atual nunca passou por tantas mudanças, não é verdade? Além disso, é cada vez mais comum ver pessoas atuando em profissões completamente diferentes daquelas em que se formaram.

Elas só puderam fazer isso porque, ao longo dos trabalhos que foram executando, se viram obrigadas a aperfeiçoar suas habilidades e, assim, ficou evidente a necessidade de novas especializações — e se engana quem pensa que é preciso gastar muito para isso.

A internet oferece possibilidades de qualificações praticamente infinitas, como os cursos gratuitos da Universidade Rock Content, que já destacamos aqui. Com comprometimento e disposição, em pouquíssimo tempo é possível se tornar um expert em uma nova área e expandir o seu repertório profissional.

Para fazer parte da gig economy, você já sabe alguns dos principais passos que precisam ser dados. Agora, portanto, é a hora de traçar um planejamento de carreira. Mais do que fazer parte desse modelo de trabalho, é crucial que você saiba aonde quer estar daqui a alguns anos.

Lembre-se de que cada escolha vai exigir novas atitudes. Se você quer trabalhar enquanto conhece o mundo, por exemplo, precisa organizar-se para se tornar um nômade digital. Caso queira mais tempo para si mesmo, tem de entender como o seu trabalho se encaixa em sua nova rotina.

Saiba que você pode se tornar quem quiser, mas é preciso ter planejamento e, claro, ação. Para aprender com quem pratica a gig economy há um tempo, conheça os conselhos e histórias dos 10 principais nômades digitais brasileiros.

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